A tua empresa num só sistema.
Vê o ERP Odoo em 2 minutos.
Vendas, faturação, stock e contabilidade a falarem entre si — em vez de quatro programas e uma folha de Excel. Implementamos o ERP Odoo em PMEs luxemburguesas.
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Reconheces alguma destas?
Nenhuma destas empresas queria um ERP. Todas queriam parar de perder tempo.
O Excel é a empresa
As encomendas numa folha, os clientes noutra, o stock na cabeça de alguém. Quando essa pessoa está de férias, a empresa abranda.
Escreve-se tudo três vezes
O mesmo pedido é copiado do email para o orçamento, do orçamento para a fatura, da fatura para a contabilidade. Cada cópia é uma hipótese de erro.
Não sabes o que ganhaste este mês
Sabes o que faturaste. O que sobrou por obra, por cliente ou por projeto só aparece no fecho do ano — tarde de mais para mudar seja o que for.
As faturas ainda são PDF
A partir de 1 de janeiro de 2028 isso deixa de ser suficiente entre empresas no Luxemburgo. E o teu programa de faturação provavelmente ainda não fala Peppol.
Onde é que estas coisas vivem hoje?
É a mesma lista de trabalho vista de duas maneiras. Carrega no interruptor: primeiro como trabalha a maior parte das empresas que visitamos, depois o mesmo trabalho num sítio só.
Nenhuma destas ferramentas é má. O problema não é nenhuma delas — é o espaço entre elas, e é onde se perde a manhã de sexta-feira. Não é preciso passar tudo de uma vez: quase toda a gente começa por dois ou três e deixa o resto para quando fizer falta.
Um ERP em vez de sete programas soltos.
O Odoo substitui o Excel, o programa de faturação, a folha de stock e o CRM por uma coisa só, onde a informação é escrita uma vez e aparece em todo o lado.
Tudo ligado
Um orçamento aprovado vira encomenda, a encomenda baixa o stock, a entrega gera a fatura e a fatura entra na contabilidade. Sem ninguém copiar nada.
Só os módulos que precisas
Começas com dois e acrescentas ao ritmo da empresa. Não pagas o que não usas.
Configurado para o Luxemburgo
Plano de contas luxemburguês, IVA, declarações e faturação Peppol prontos para a obrigação de 2028.
Porquê o Odoo e não outro ERP?
A pergunta aparece sempre, e a resposta honesta não é «porque o Odoo ganha em tudo». Depende do que a empresa é.
Odoo vs SAP Business One
É sólido, e é feito para grupos com várias entidades, várias moedas e consolidação internacional. Se não tens várias entidades legais nem consolidação internacional, costuma ser grande de mais para o problema que tens: implementações mais longas e licenças por utilizador várias vezes superiores, para funcionalidade que não vais usar.
Quando o SAP ganha: se fizeres parte de um grupo que já corre SAP, ou se tiveres exigências de conformidade setorial muito específicas.
Odoo vs Microsoft Dynamics 365
Faz sentido quando a empresa já vive dentro da Microsoft e quer o Teams, o Office e o Power BI colados ao ERP. O que costuma surpreender é a fatura: o licenciamento é por aplicação e por utilizador, e a personalização quase sempre precisa de um parceiro especializado.
Quando o Dynamics ganha: se já tiveres investimento pesado em Microsoft e o Power BI ou o Power Automate estiverem no centro da operação.
Odoo vs Salesforce
É um CRM, e dos melhores que há. Não é um ERP: não faz contabilidade, não faz stock e não tem plano de contas luxemburguês. Se o teu problema é o funil de vendas, pode ser a escolha certa — mas não resolve informação copiada entre o orçamento, o armazém e a fatura.
Quando o Salesforce ganha: se a dor for comercial e não operacional, e já tiveres a faturação resolvida noutro lado.
E há uma quarta comparação que ninguém faz: o ERP que não compras. Se o teu programa de faturação faz o que precisas e já suporta Peppol para 2028, adaptá-lo é mais barato e mais rápido do que trocar de sistema. Dizemos-te isso na primeira conversa e ficamos por aí.
Vê o ERP a funcionar antes de decidires.
Abrimos-te a demo oficial do ERP Odoo hoje. Depois de falarmos, montamos uma com os teus produtos e o teu tipo de fatura.
O que recebes
- Acesso à demo oficial do Odoo, hoje
- Um guia do que ver primeiro no teu setor
- Uma demo com os teus dados, depois de falarmos
Sem compromisso e sem newsletter automática.
Para que setor abrimos a demo?
Quatro campos. É a única coisa que te pedimos.
A partir de 1 de janeiro de 2028 tens de conseguir receber faturas eletrónicas.
A 17 de julho de 2026 o Conselho de Governo aprovou o projeto de lei que estende a fatura eletrónica obrigatória ao B2B nacional, através da rede Peppol. O calendário é faseado — e a data que apanha primeiro as PMEs não é a que toda a gente pensa. A ligação Peppol faz parte da configuração normal, sem custo adicional.
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1 jan 2028RECEBER
Todas as empresas têm de conseguir receber faturas eletrónicas estruturadas. Sem exceção de tamanho.
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1 jul 2028EMITIR
As médias e grandes empresas passam a ter de emitir em formato eletrónico.
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1 jan 2029EMITIR
As restantes PMEs passam a ter de emitir.
Aviso: trata-se de um projeto de lei aprovado em Conselho de Governo a 17/07/2026, ainda não votado pela Chambre des Députés. As datas podem sofrer alterações — confirma sempre com o teu contabilista ou fiscalista antes de tomares decisões contratuais.
Nos projetos maiores, o Estado paga 70%.
Quando a empresa já está a usar o Odoo e quer a fase seguinte — stock, produção, integrações — esse projeto enquadra-se nos SME Packages e o Ministério da Economia reembolsa 70% dos custos elegíveis, até 17.500€.
SME Package Digital
É este que financia projetos de ERP. Cobre software de gestão, migração de dados, configuração, formação e preparação da fatura eletrónica.
O dossier vai em francês
É aqui que a maior parte das empresas desiste. Preparamos a memória descritiva, os orçamentos e os anexos, e acompanhamos-te na submissão no MyGuichet.lu.
Conta 4 a 6 meses
Do primeiro contacto ao dinheiro na conta. Nada pode começar antes da aprovação do Ministério — é por isso que não é por aqui que se começa.
Três passos, e nenhum custa nada.
Para saberes o que te acontece depois de deixares o contacto.
Contas-nos como trabalham
Fazemos as perguntas que interessam para perceber onde dói e o que dá para melhorar. Não mostramos nada — só ouvimos.
Mostramos o ERP com os teus dados
Montamos com os teus produtos e o teu tipo de fatura, e mostramos exatamente os pain points que nos reportaste.
Análise de gaps e plano escrito
Pegamos nas dores que nos reportaste e respondemos a cada uma: isto o Odoo resolve de origem, isto precisa de configuração, isto precisa de desenvolvimento e isto não vale a pena mexer. Com a ordem por que faríamos e o que fica para depois. Reunião online ou na tua empresa, como preferires — e não custa nada em nenhum dos casos.
Os três passos são gratuitos e sem compromisso — muita gente resolve a dúvida no primeiro e nunca chega ao terceiro, e está bem assim. Se concluirmos que o ERP não é o caminho certo para ti, dizemos-te isso à frente.
O projeto acaba. O acompanhamento não.
A pergunta que quase ninguém faz antes de assinar, e que decide se o sistema ainda está a ser usado daqui a dois anos. Aqui fica escrito o que está incluído e o que não está.
Formação: incluída no projeto
A equipa é formada antes de entrar em produção, com os processos da tua empresa e não com dados de exemplo. Está dentro do projeto e não aparece como linha extra no fim — é a rubrica que mais desaparece dos orçamentos e a que mais mata implementações.
Depois: suporte e formação por bolsa de horas
Compras um saldo e vais gastando conforme precisas: uma dúvida, formar quem entrou na equipa, um relatório novo, um processo que mudou. O que sobrar transita — não expira no fim do ano. E se alguma coisa que nós configurámos deixar de funcionar, isso é garantia e não gasta horas nenhumas.
A cada versão nova, dizemos o que mudou
O Odoo lança uma versão por ano. Dizemos-te o que mudou, o que vale a pena passar a usar e o que podes ignorar sem perder nada — e isso não gasta horas. Pôr a funcionar aquilo que decidires adotar é que sai da bolsa.
E de quantas horas é que eu preciso? Depende do tamanho da empresa, e mede-se por utilizadores e por módulos em uso — não pelo número de faturas. Contar faturas parece objetivo e mede a coisa errada: o que consome horas é o número de pessoas que fazem perguntas e o número de circuitos que podem partir. Um utilizador a faturar e a fechar contas não precisa do mesmo que três com vendas, stock, compras e projetos. A referência do mercado anda à volta de uma hora por utilizador por mês — começamos aí e ajustamos ao fim do primeiro trimestre, com o consumo real em cima da mesa.
Quem está por trás da nosliW iT.
Uma empresa pequena e luxemburguesa, montada para servir bem um número limitado de clientes.
Wilson Martins
Fundador · nosliW iT
A nosliW iT foi fundada em 2025 no Luxemburgo para servir o espaço que fica entre o consultor demasiado grande e o freelancer demasiado pequeno: empresas que precisam de sistemas a sério sem orçamentos de multinacional.
Em 2026 fizemos uma escolha: só ERP Odoo. Vendas, faturação, stock, compras e contabilidade num sistema só, configurado para o Luxemburgo — plano de contas, IVA e Peppol para 2028.
Perguntas frequentes
As que nos fazem sempre — incluindo as desconfortáveis.
Quanto custa?
Depende do número de utilizadores, de quantos módulos entram no arranque e de quantas exceções tem o vosso processo — não do tamanho da empresa. Uma empresa de 30 pessoas com um circuito igual para todos os clientes é um projeto mais simples do que uma de 8 com três formas de faturar.
Na conversa de 30 minutos percebemos a dimensão. No plano escrito, tens o número.
Preciso do Odoo Community ou do Enterprise?
O Community é gratuito e open source. O Enterprise é pago por utilizador e traz a contabilidade completa, a app de telemóvel, a ligação Peppol e o suporte da própria Odoo.
Para uma PME luxemburguesa que precisa de faturar em condições, é Enterprise — sobretudo por causa de 2028. A licença é paga diretamente à Odoo, com preço público, e não passa por nós com margem.
O Odoo aguenta mesmo a contabilidade luxemburguesa?
Aguenta, mas só se for configurado por quem conhece as regras daqui. É a pergunta certa a fazer, e a que separa os integradores.
Na prática são três coisas encadeadas: o PCN 2020, o plano de contas normalizado obrigatório desde 2020; o eCDF, onde se entrega o IVA; e o FAIA, o ficheiro de auditoria que a Administration de l'enregistrement pede numa inspeção. Os dois últimos alimentam-se dos saldos do primeiro.
Ou seja: uma configuração pode estar válida no Odoo e fiscalmente errada — e isso só aparece no fecho do ano. Trabalhamos a configuração contabilística com o teu contabilista, antes de o sistema entrar em produção.
Quanto tempo demora até estar a trabalhar?
Não é uma pergunta de calendário, é de complexidade. O que decide são três coisas: quantos módulos entram, quantos anos de histórico queres trazer, e quantas exceções tem o vosso processo normal.
Uma empresa simples com dois módulos e sem histórico pode estar a trabalhar em dias. Com migração de dados, vários circuitos de faturação e formação de equipa, conta com semanas. Dizemos-te em qual dos casos cais logo na primeira conversa — e é uma das coisas que o plano escrito responde a sério.
E os dados que estão no sistema antigo?
Trazemos os que interessam: clientes, fornecedores, artigos, saldos em aberto. É isso que a própria Odoo recomenda.
O que não recomendamos é trazer cinco anos de lançamentos. Duplica o trabalho do projeto, atrasa tudo, e produz um sistema cheio de dados que ninguém volta a abrir. O histórico antigo fica acessível onde está.
Quanto do MEU tempo é que isto leva?
Menos do que se receia, e é uma pergunta que quase ninguém faz antes de assinar com outra pessoa.
Num arranque normal contamos com oito a dez horas tuas espalhadas por algumas semanas: uma reunião de arranque, o envio dos dados, testar cinco casos reais e a formação. Se alguém te pedir quarenta horas, pergunta para quê.
Depois de estar a funcionar, quem me ajuda?
A formação da equipa está incluída no projeto e é feita antes de entrar em produção. Depois disso, o suporte funciona por bolsa de horas: compras um saldo e gastas conforme precisas — uma dúvida, formar quem entrou, um relatório novo.
O tamanho da bolsa depende do número de pessoas que usam o sistema e de quantos módulos estão em produção, não do número de faturas. O que sobrar transita, e se alguma coisa que nós configurámos deixar de funcionar, isso é garantia e não gasta horas.
São parceiros oficiais da Odoo?
Somos integradores de Odoo: implementamos, configuramos, migramos os dados e damos a formação. Não somos parceiro oficial listado, e vais reparar que não aparecemos em odoo.com/partners. Estamos a fazer as certificações funcionais do programa.
E se eu quiser experimentar sozinho primeiro?
Faz. A Odoo tem um plano gratuito para uma aplicação e não precisas de intermediário nenhum para o abrir — podes criar a conta aqui. É o link de referência da nosliW iT, o que quer dizer que a Odoo nos associa à tua conta; não te custa nem mais um cêntimo e não muda nada no teu preço.
O que costuma acontecer: a configuração inicial corre bem e as primeiras faturas saem. O que trava as pessoas é sempre a mesma coisa — o plano de contas luxemburguês, a ligação ao gabinete de contabilidade, e o momento em que é preciso decidir como é que o teu processo real entra num sistema que não foi feito a pensar nele. Se chegares aí e não quiseres perder três fins de semana, é aí que entramos.
Em que línguas trabalham?
Contigo, em português ou inglês — telefone, email, WhatsApp, reuniões e formação.
O Guichet exige a memória descritiva do dossier de subsídio em francês, alemão ou luxemburguês. Tratamos da versão francesa. Não fazemos reuniões técnicas em francês, e preferimos dizê-lo aqui do que a meio de uma primeira reunião.
Vinte minutos, e ficas a saber onde estás.
A chamada de qualificação é gratuita e não tem demo. Fazemos perguntas, ouvimos, e dizemos-te se faz sentido avançar — incluindo quando não faz.